26 de julho de 2017

Bolo de Maçã e Canela da Supplier

Servimos aqui no meu trabalho todo dia um bolo diferente, e consegui a receita do bolo que mais gosto, de maçã e canela.

Ingredientes

- 140 g de ovo

- 110 g de maçã

- 80 g de óleo

- 190 g de açúcar

- 123 g de farinha de trigo

- 13 g de fermento químico

- Canela e mais m pouco de açúcar para polvilhar

Bater no liquidificados as cascas de maçã, os ovos, o óleo, o açúcar e a farinha de trigo. Misturar com a maçã picada em uma tigela, até a mistura ficar homogênea. acrescentar o fermento e misturar ligeiramente.

Untar a forma com gordura vegeta, óleo e farinha de trigo. Assar no forno por 40 minutos a 160 graus. Retirar do forno e esperar esfriar para desformar. Polvilhar com açúcar e canela antes de servir.

20 de julho de 2017

Sopa de Cebola do meu Pai


Fui jantar na casa do meu pai ontem, numa noite bem fria de julho, e ele fez (junto com uma torta de camarão incrível) uma sopa de cebola ultra simples, e ao mesmo tempo muito leve, pois não leva queijo nem leite.

Ingredientes

- 2 kg de cebolas cortadas em pedaços grandes

- 2 litros de caldo de galinha

- Um pouco de manteiga (se tiver clarificada, melhor)

- Uma colher de chá de tomilho

Refogar a cebola na manteiga em uma panela grande, até amolecer e ficar transparente. Colocar o caldo e deixar cozinhar por cerca de 15 minutos em fogo baixo. Reservar metade da cebola e bater o restante com o caldo até formar um creme homogêneo. Misturar a celola reservada, o tomilho, acertar sal e pimenta e servir bem quente.


19 de julho de 2017

Vieiras

Fiz um jantar durante as férias na casa de meus amigos Ana e Ari, em Scarsdale (NY), e como parte do programa fomos ao Whole Foods de lá antes (que aliás é impressionante!) para procurar alguns ingredientes para este jantar. Passando pela peixaria, vi que eles tinham vieiras muito grandes e frescas (aqui, por algum motivo, elas vêm congeladas).

Foi para mim um prato memorável, poi acabei comendo tudo (comprei quse um quilo) só entre eu, o Ari e meu amigo Schott, que também mora lá e veio com a Pri, outra amiga muito querida.

Ingredientes

- Vieiras muito frescas e de preferencia grandes

- Manteiga Clarificada (Ghee)

- Sal e pimenta moídos a gosto

- Paprica doce (opcional)

Para minha sorte o Whole Foods tinha manteiga clarificada, que é importante neste prato, mas que pode ser feita da manteiga normal, só dá um pouquinho de trabalho. Com manteiga clarificada, as vieiras ficam com uma cor linda, torradas por fora e no ponto carto por dentro.

Assim, nada mais simples, é só colocar algumas duas colheres de sopa numa frigideira grande no fogo médio e deixar alguns instantes até esquentar (tome cuidado poi fica muito quente) salgar e colocar rapidamente um pouco de pimenta nas vieiras e colocá-las na frigideira, e virá-las quando estiverem douradas. Tome cuidado para não deixar passar do ponto, devem levar cerca de 3 minutos de cada lado, dependendo do tamanho. Colocar um pouco de páprica para finalizar e servir.

19 de junho de 2017

Pepino com Óleo de Gergelim


Comi este pepino numa noite que estava perdido a pé no centro de Kyoto, na noite em que cheguei lá e não achava o restaurante que o hotel havia reservado. Vi um movimento grande num pequeno restaurante bem rústico, que tinha um pequeno balcão e duas ou três mesas, e servia apenas Guioza, esta de dois sabores possíveis, alho com alho porró ou gengibre. Os dois eram excelentes, mas o que mais me chamou a atenção foram estes pepinos, que serviam como um tipo de entrada, e que diziam acompanhava muito bem a cerveja que estava tomando.

Ingredientes

- Pepinos japoneses, cortados em pedaços de cerca de 3 cm

- Óleo de gergelim, que dá o gosto no pepino

- Shoyu, para temperar um pouco

- Gergelim

- Sal a gosto

Deixe o gergelim marinar por algumas horas nos ingredientes líquidos e sal, misture o gergelim e sirva.


15 de junho de 2017

Notas do Japão

Passei três semanas no Japão, e sem duvida a gastronomia é um dos pontos fortes do país, seja pela qualidade e esmero com que eles preparam e servem tudo como pela excentricidade, já que a todo instante estamos provando sabores novos e muito diferentes do que estamos acostumados.



Street Food - para mim um dos destaques da minha experiência foram as barraquinhas de todos os tipos que cativam pelas cores, aromas e sabores, trazendo ingredientes inusitados e muito bonitos. Destacaria o Nishiki Market de Kyoto, onde pode-se passar dias comendo espetinhos de polvo, camarão, lulas, sentar e comer vieiras, ostras gigantes, e muitas outras coisas incríveis. Na região do Fushimi-Inari-Taisha Shrine, também em Kyoto, se anda por ruas repletas de pequenas barracas, e comi Okonomiyaki, massa com repolho e ovos muito popular por lá, assim como alguns doces feitos de arroz, com um caramelo muito delicado, adorei. 
Em Tokyo, a região do mercado de peixes Tsukiji também é incrível, mas muito mais cheia e turística. O ideal é ir bem cedo, o que não é um problema com 12 horas de fuso. 























Tempura - Adoro tempura, e fui em dois restaurantes que foram experiências únicas para mim. Em Tokyo, o Tempura Kondo, em Ginza, é duas estrelas Michelin, e o próprio Kondo com dois assistentes, serve em um balcão para talvez 12 pessoas iguarias muito sofisticadas, como tempura de uni e pequenos peixes que nunca havia visto. Batata doce incrível, cogumelos, um show, imperdível. 
Em Kyoto, o Yoshikawa Tempura, indicado pela Chef Mari Hirata, também num pequeno balcão (existem salas privadas, mas a graça é sentar no balcão), é espetacular. Curiosamente, conheci muitas pessoas nestes balcões, pois ao contrario do que imaginava os Japoneses adoram puxar conversa com o vizinho.







Sushizanmae - Esta rede de restaurantes em Tokyo está por toda parte, e tem uma qualidade muito acima do que estamos acostumados, alem de tem um preço muito bom. Experimentei vários, e sempre fui surpreendido pela qualidade e pelo serviço. O Tirashi é muito bom, e custa cerca de US$15. Vários tipos de "shellfish", inclusive uma vieira realmente muito boa. Os que mais gostei são os da própria região do mercado de peixes de Tokyo.




Saquês - Talvez um dos pontos altos de minha viagem tenham sido os saquês, que fui tomando sempre seguindo a indicação dos restaurantes, e variando sempre. Lá o sushiman sempre se envolve nesta decisão, dependendo do que foi servir. A única coisa que pedia que fosse "dry". 

Omakasê - Fui em vários sushi bares de cardápio fixo (omakase), e adorei as experiências, apesar dos preços serem bem mais salgados, em torno de US$ 200 por pessoa. De todos, o que mais gostei foi o Sushi Nakamura, que foi indicação do Grand Hyatt, em Roppongi. Gostei também muito de uma indicação da Mari Hirata, uma chef que mora lá e dá aulas de gastronomia, chamado Kyubei, onde na hora do almoço pode-se pedir a la carte. Fui a noite e pedi Omakase, adorei. Finalmente fui num 2 estrelas Michelin chamado Sushi Umi, bem pequeno, onde comi coisas como baleia e talvez o melhor uni de minha vida. Incríveis. E sempre o Otorô é uma atração a parte.






Yakitori - No ultimo dia fui num restaurante de Yakitori em Ginza, chamado Torishige, e me apaixonei pelo conceito, varias partes de frango, ultra bem temperadas, em espetinhos, ultra casual e muito bom, com cerveja ou saque. Também sentei no balcão, onde se vê o chef cozinhando. Para mim imperdível. Indicação do sushiman do 15 East, em NY.



Unagui - Adoro enguia, e fui em um unagui ya (literalmente loja de unagui), restaurantes que só servem estes pratos, espetacular. Quando o reestaurante abriu, 11 da manha de sábado, já tinha fila na porta. Chama-se Izumoya, perto do Palácio Imperial de Tokyo. Muito bom com um chopp Asahi.



Sushi Dai - Este pequeno sushi bar no mercado de peixes de Tokyo fica aberto quase a noite toda, e pela qualidade e pelo preço muito bom tem filas de 3 hors, em media. foi no final de minha viagem, e como estava chovendo e consegui chegar cerca de 5AM fiquei esperando pouco mais de 2 horas. Curti bastante, peixes hiper frescos e atendimento bem divertido. 























Udon, Ramen, Gyoza - Na categoria de lugares mais casual, comi varias vezes ramen, especialmente frio, mais popular no verão por lá, e Gyoza, tanto em Tokyo como em Kyoto. Via de regra, ia passando e dependendo da fila, entreva e me deliciava. Logicamente, os mais cheios são os melhores. Meu irmão me indicou um que adorei, chamado Matsuya, foto abaixo. Mencionaria também o Harajuku Gyoza Ro, perto de Omedesanto e indicado ele também, excelente, e um lugar de ramen bem perto de lá chamado Mentai Tsukemen, que acho que é uma cadeia, e se compra o macarrão (com porco) numa maquininha na entrada, e se senta numas baias com uma janelinha, onde servem os pratos. Sempre com fila, mega exótico.






Comida dos Ryokans - Fiquei em dois Ryukans (hotéis tradicionais japoneses) um em Hakone, região de águas vulcanicas, chamado Gora Kadan (espetacular), e outro em Kyoto, chamado Nazuna, ultra novo e com só 5 quartos. 
Ambos servem Kaiseki no café da manhã, uma espécie de menu degustação, verdadeiros banquetes, uma coisa impressionante. 
Diria que foram as duas melhores refeições de minha viagem...

29 de novembro de 2016

Tortilla


No carnaval que passamos em Bariloche fomos a um pequeno restaurante bem caseiro perto do hetel, e pedi para jantar uma Tortilla de Batata, algo bem argentino. Tentamos replicar o prato em casa, e posso dizer que não ficamos muito atrás.

Ingredientes

3 batatas medias, sem casaca e cortada em rodelas finas
1 cebola grande cortada em tiras
8 ovos batidos
Pitada de noz moscada
Sal e pimenta a gosto

Passar as batatas numa frigideira com um pouco de azeite e sal. Reservar e colocar as cebolas, até dourarem. recolocar as batatas com um pouco mais de azeite. Deixar asentar na frigideira e colocar os ovos, com a noz moscada e sal a gosto. Quando estiverem firmes por baixo (Dourados), colocar um prato e virar na frigideira.

27 de novembro de 2016

Paella Desconstruida



Já postei diversas receitas de paella neste blog, mas a que fizemos neste final de semana acabou mostrando-se bem original. O que ocorreu foi que, como meu amigo Ari é alérgico a camarão e a Pat não come polvo, acabei fazendo uma versão do arroz bomba feito nos caldos (neste caso de marisco e polvo), e servindo os ingredientes separados.



Fizemos esta receita num final de semana na casa do Ari e da Ana, muito legal. Na volta, o Palmeiras ainda foi campeão.

Ingredientes (para 10)

- 1 kg arroz "bomba"espanhol
- 2 polvos de 2 quilos cada
- 1,8 kg de camarão rosa, sem casca mas com o rabo
- 2 bandejas de mariscos chilenos congelados
- Açafrão espanhol em pistillos
- 1 pitada de cravo em pó
- 2 xícaras de cebola
- 2 colheres de sopa de alho picado
- 2 xícaras de tomate picado sem semente
- 1 pimentão vermelho assado e com a pele retirada
- meia xícara de ervilhas frescas, rapidamente fervidas em água e sal
- meia xícara de vagem fervida na água com sal, e picada em toras de 1cm
- 1 taça de vinho branco

Nesta receita, me pareceu fazer sentido começar pelo polvo, pois ele solta muita agua e podemos usa-la no caldo da Paella. Assim, coloquei numa panela de ferro meia cebola, três dentes de alho esmagados, um salsão em pedaços, e os dois polvos, com azeite e sal, e deixei em fogo baixo por cerca de 2 horas. desta forma, podemos ir testando a consistência do polvo, o que não é possível na panela de pressão. Quando este ficou no ponto, reservamos o polvo e coamos o caldo, que vamos usar na Paella. O Polvo em seguida é refogado numa caçarola cortado em pedaços com azeite e alho, para ficamos com uma textura mais firme.



Pegamos cerca de 1/3 deste caldo e colocamos numa outra panela funda. Colocamos os mexilhões e completamos com água até cobri-los completamente. Deixamos ferver e desligamos o fogo. Apos alguns minutos, levamos o caldo desta panela para junto do caldo do polvo.Acertamos sal e pimenta e fervemos por alguns minutos.

Na paellera, refogamos a cebola, colocamos todo o arroz, e fritamos como num risoto. Colocamos o vinho. Colocamos concha a concha o caldo de polvo e mariscos, nos primeiros minutos. Colocamos a xícara de tomate picado. Colocamos a vagem, e misturamos mais um pouco, colocamos mais caldo, o açafrão, e o cavo em pó. Quando o arroz estiver quase no ponto, colocamos um pouco mais de caldo, sem mexer, fechamos a paellera com papel alumínio e desligamos o fogo. Deixamos descansar uns 5 min.

Neste ínterim, colocamos os camarões temperados cm sal e pimenta numa outra anela bem quente com a azeite e alho, e deixamos refogar por 3 min cada lado. Colocamos tomate picado e salsinha. Fechamos a panela e levamos a mesa, junto com a paellera, os mariscos e o polvo (vale aquece-lo uns 3 min no microondas), cada um na sua panela.

Vitello Tonato

Esta receita virou rapidamente muito popular em casa, especialmente por ser muito prática e rápida de fazer, e ser fria.

Fazemos normalmente com o rosbife do Santa Luzia, que costuma ser mal passado no ponto certo.

Ingredientes

- 200 g de rosbife cortado bem fino
- 1 lata de atum de boa qualidade
- 1 vidro pequeno de maionese
- 1 limão
- Sal, pimenta e azeite a gosto
- 1/2 cebola picada ultra fina
- Azeitonas sem caroço cortadas no meio, para decorar

A receita é ultra simples, e o segredo é misturar os ingredientes de forma a deixá-los com a consistência de um creme. Colocamos o rosbife em um prato bem grande, espalhados , e cobrimos uma parte com o molho. Colocamos em um lado as azeitonas, regamos tudo com azeite e servimos.

24 de julho de 2016

Sopa de Feijão com Shitake e Coentro




Gosto muito de sopa de feijão, e a Dona Genilda, que trabalha conosco, é mineira, e tempera seu feijão como ninguém. Pedi recentemente para ela fazer uma sopa de feijão, só que ao invés de comer com o tradicional "macarrãozinho"de minha infância, o substitui por shitake e coentro, o que deu um toque bem mais sofisticado e leve na sopa. Para mim, ficou a perfeita "confort food"...


Ingredientes


- 200 g de feijão roxinho


- Meia xícara de cebola picada


- Dois dentes de alho esmagados


- Duas ou três folhas de louro


- Uma bandeja de shitake


- Uma xícara de coentro fresco picado


Ferver feijão com louro numa panela de pressão, com água e um pouco de sal, por 40 min. Resfriar a panela e abrir. Guardar a agua da fervura, e separar metade do feijão para a sopa.


Refogar o alho e a cebola. Misturar com a metade do feijão reservada. Bater o feijão com a água da fervura, o suficiente para se chegar numa consistência de sopa grossa mas não excessivamente rica. Acertar sal e pimenta.


Limpar o shitake com uma escovinha (não costumo lavá-lo na água, pois ele é como uma esponja). Cortar em tiras. Refogar em um pouco de alho e azeite de oliva bem quente, deixando-o "al dente". Acertar o sal e reservar.


Servir a sopa bem quente com o shitake, e cobrir com um pouco de coentro e, para quem gosta, pimenta.

16 de julho de 2016

Molho de Salada da Pat


Pra mim este é o melhor molho de saladas do mundo, fruto de muitas pesquisas da Pat para encontrar o molho perfeito.

A receita é simples, e como tudo fica tanto melhor quanto melhor a qualidade dos ingredientes, que seguem:

- 1 medida (que pode ser colher) de mostarda (Dijon)

- 3 medidas de vinagre de vinho branco

- 4 medidas de óleo de milho (ou equivalente)

- 5 medidas de azeite de oliva

- sal e pimenta a gosto

Misturar tudo até formar uma emulsão, e misturar na salada na hora de servir